jump to navigation

DEPOIMENTOS

Sofri um trauma: em uma brincadeira de todo questionável, levei um soco um pouco abaixo do mamilo esquerdo. A pancada não foi forte, mas certeira. Esse trauma, nesse ponto, teve a capacidade de me travar; uma dor imensa que se refletiu também nas costas, dificuldade para respirar e tudo mais. Pensei que, deixando os dias correrem, as coisas melhorariam, melhoraram, só que muito pouco.

Liguei para um amigo conhecedor de várias técnicas de massagem e perguntei sobre uma técnica aconselhável para o caso. Me indicou a Crânio-Sacral e a Dani. Nunca tinha ouvido falar sobre essa técnica. Disse que era sutil, fiquei apreensivo sobre a eficácia. Fui… não tinha muito a perder a não ser tempo e algum dinheiro.

Conheci, então, a Dani, ela me falou sobre o surgimento da técnica e começamos a primeira sessão… O trauma praticamente desapareceu na primeira, na segunda de todo. Se fosse só isso, já seria muito bom, porém, encontrei mais… muito mais.

Já tinha lido sobre e uma parte da teoria de Wilhelm Reich, que dizia de nossas couraças musculares, isto é e simplificando, nossas memórias que somatizam, que se cristalizam no corpo; nossas travas, que nos limitam, e criam uma incongruência entre consciência e ação. E isso tudo, até esse momento, era só teoria. A técnica e a terapeuta conseguiram mexer nesse ponto, e, sessão após sessão, fui me sentindo liberado de anos de lixo emocional, entulhos que gravitavam na minha mente, me assaltavam mesmo, como o lixo todo que agora gravita ao redor da Terra, produção nossa.

As memórias e emoções eram liberadas, sentia espasmos e a mente criava traduções simbólicas para as liberações da couraça, e paz e calma foram me invadindo ao longo desse tempo com a Crânio-Sacral e a Dani. Comecei a sentir de novo partes do meu corpo que simplesmente eu não tinha mais consciência, estavam dormentes, pequenos prazeres (re)surgiram… Ganhei também perplexidade: como uma técnica tão sutil pode fazer tanto?

Não sei o que procura quem me lê agora, mas acho que vale experimentar. No mínimo, o que se ganha é uma boa e pequena parada no tempo corrido dessa vida e um ponto de paz e sossego…

Rodrigo


Era um sábado de fins de junho e eu não estava bem. Vinha, desde um mau momento pessoal e afetivo dois meses antes, tendo fortes dores de cabeça, as quais se tornavam cada vez mais freqüentes. Sabia o quanto aquelas dores estavam diretamente relacionadas à mágoa que eu sofrera, à ofensa gratuita que viera de uma pessoa em quem, inadvertidamente, eu confiara. Não era, claro, a primeira vez que eu me deparava com gente ignóbil que fere e prejudica, mas tinha a dor de cabeça como manifestação do que não erradiquei. Decidi tentar o Crânio-Sacral com a Daniela.

Mesmo a consciência que eu tinha de que a causa do meu mal-estar era emocional, nunca imaginei encontrar no Crânio Sacral o que encontrei: muito mais do que o fim completo das dores, obtive uma liberação de sentimentos represados. E não era exatamente a mágoa que me causava dor de cabeça, mas, surpreendentemente, a falta de noção exata de como lidar com a situação tal qual era: motivo de riso.

Antes do final da sessão, desatei a rir e contaminei, com a gargalhada, a terapeuta. Sim, estava tudo resolvido, pois em paralelo às atitudes vis que me faziam sofrer, havia um lado extremamente cômico na história vivida. Fui curada pelo Crânio Sacral de forma quase instantânea.

Não se tratava de uma massagem, mas de uma técnica capaz de me devolver o próprio eixo. Um ponto do qual foi possível me observar. Despertei e pude, de fato, fazer o que sugerira Jacques Lacan: resignificar o que havia passado. E tudo me pareceu hilário. Ficou leve, compreensível e, principalmente, real. Há armadilhas que fazemos a nós mesmos e dentro destas nos atamos a fantasias.

O Crânio Sacral permite tocar nas profundezas, ir além, derrubar barreiras e refazer o caminho quando é necessário. No meu caso, a comicidade enlaçou-se ao drama para dar um novo sentido aos acontecimentos. Resultou em inteireza pessoal. Valeu e valerá sempre a pena!

Mônica Cristina Corrêa

PhD em Língua e Literatura Francesa pela USP

Pesquisadora e tradutora

 

Minha experiência com a terapia crânio-sacral conduzida pela Dani foi uma surpresa extremamente forte, através de um processo suave e duradouro. A sua profundidade atingiu meu corpo físico, espiritual e emocional, sem que eu me desse conta, em função da delicadeza da sua intervenção. O equilíbrio que ela me proporcionou tornou possível uma postura mais positiva e saudável comigo mesma, e nas minhas atitudes de inserção no meu cotidiano. Após os momentos da terapia, eu me recolhia num processo de profundo sentimento de integridade, quando então me revia, me refazia e me olhava de forma mais abrangente e clara. Como toda intervenção com esta perspectiva, esta também exige uma abertura, um desejo para a mudança, para a alteração de hábitos que nos prejudicam e muitas vezes sequer temos consciência. A terapia abriu um canal de reflexão sobre a importância do equilíbrio saudável entre corpo e espírito, a memória que nosso corpo físico guarda das nossas dores e o quanto isso se perpetua no nosso comportamento emocional e espiritual, criando entraves e dificuldades para uma vida mais aberta, saudável e feliz. Sinto que essa prática precisa ser mantida, é um aprendizado que abre outras necessidades de conhecimento e maturação pessoal.

Marise

 

Sou massoterapeuta e um dos tendões do meu ombro direito esta parcialmente rompido, em consequência tenho uma dor cronica no braço. Nos dias que recebo a craniosacral terapia sinto um “silencio”profundo e acolhedor no meu corpo e na minha mente….Ao longo do tratamento, 3 meses,  cada semana que passa a dor esta diminuindo e o braço ficando mais fortalecido. Recomendo esta terapia maravilhosa e a terapeuta Dani Rossi que faz uso desta técnica com competência e responsabilidade.

R.G.V- massoterapeuta – Florianopolis

Bailarina, astronauta, bombeiro, policial…

Estas profissões costumavam povoar nossa infância, quando alguém nos perguntava o que queríamos ser quando crescêssemos.

Embora dentre os que respondiam assim, alguns sabiam que realmente queriam ser bombeiros ou bailarinas, poucos dentre nós, infelizmente, tinham a verdadeira convicção da profissão que queriam abraçar.

Você já parou pra pensar quantas vezes sobre a profissão que abraçou e o trabalho que realiza?

O que você faz lhe deixa realmente realizado?

Ou você queria ter sido outra coisa, ou ainda, nem sabe o queria ter sido de verdade?

Ah! Você ainda está pensando o que vai fazer no vestibular no ano que vem?

Para todas as pessoas que trazem dentro de si estas dúvidas, a Astrologia vocacional pode ser a resposta!

Daniela Rossi, na palestra do dia 25 de novembro lá no IZEN nos contou como a Astrologia poderia ter-nos ajudado a escolher nossa profissão de maneira a nos deixar plenamente realizados e de como ela pode ajudar aos que ainda não se decidiram.

Em quase duas horas de palestra, bate-papo e até uns exercícios para ver se tínhamos entendido o espírito da Astrologia Vocacional, Daniela nos explicou muita coisa.

Começando com um passeio histórico que começou lá pelos anos 4.000 A.C., onde a observação dos astros era parte fundamental da vida e sobrevivência, passando pelo século XVII, quando a Astrologia foi retirada das disciplinas obrigatórias das Universidades (Descartes, ah! Esse Descartes fez coisa), o que quase a fez desaparecer , chegando ao surgimento da Teosofia com Blavatsky e da psicologia Junguiana e finalmente (mas não finalmente) com as novas maneiras de tratar o conhecimento psicológico que a Transpessoal nos traz.

Utilizando a frase de Jung “Quem olha para dentro acorda” como argumento, Daniela discorreu sobre nossa necessidade inata de perguntar: -”O que eu sou?” E nossa tradicional lógica para deixar a procura da resposta para depois…

Mas aí é que está o problema para nós ocidentais menos imbuídos nas coisas do espírito!

Normalmente, atropelamos a ordem das questões nos perguntando primeiro: -“O que eu quero ter?” E vamos atrás de como atuar profissionalmente para conseguir.

Talvez, se parássemos para responder/ver quem somos, poderíamos ter mais facilidades para nos construirmos profissionalmente e alcançarmos as coisas que queremos ter. Se, segundo suas palavras “Aplicássemos no cotidiano, aquilo que somos na essência!”

Em sua etimologia, a palavra Vocação traz a raiz Vocare, que quer dizer chamar. Ou seja, Vocação é um chamado para a ação.

E qual será então o chamado de cada um?

Daniela Rossi, com muita paciência e desenvoltura, explicou-nos um a um os inúmeros passos considerados básicos para que possamos descobrir as respostas na nossa Carta de Nascimento.

É preciso ressaltar que utilizo a palavra básico porque são alguns pontos que necessariamente devem ser considerados, mas que de básicos não tem nada. Cada ponto observado pode ter muitas nuances e somente um bom profissional, experiente, astuto e digamos, com muita vocação, poderá fazer esta observação de maneira sistêmica e profunda.

Mas poder ter uma noção do nosso caminho, e isto a palestra nos trouxe, de qualquer maneira já é muito confortante e instigante.

Aspectos como:

Onde brilhamos verdadeiramente? Quais nossos valores essenciais? Quais as necessidades da nossa alma? Qual a verdadeira expressão de nosso ser? Onde nossa alma quer chegar? Como queremos ser vistos? Qual a formação intelectual que mais precisamos?  O que nos dá prazer? Como prazerosamente atrairemos melhores remunerações? Quais nossos dons e habilidades incontestáveis?

Estes foram alguns pontos abordados. E, para quem esteve lá, a descrição de onde procurá-los na Carta Natal, deixou nossa curiosidade aguçada e um delicioso sentido de “Quero mais”!

Daniela Rossi sabe muito bem o que faz. E faz muito bem o que sabe!

Além disso, sua didática é maravilhosa. Quem estava lá e era totalmente leigo, já não é mais!

É…uma vez li que para olhar para cima e observar as estrelas, temos que ter os pés bem plantados no chão para que, bem equilibrados , não caiamos ao chão.

Será então que a falta de equilíbrio neste mundo não pode estar então também associada ao fato de termos perdido o hábito de olharmos mais as estrelas? Fico aqui pensando… E penso mais. Se as estrelas eram usadas, no princípio, para a navegação porque não podemos usá-las para a nossa navegação pessoal neste planeta? Ou já inventaram o GPS de almas?

Ficam as reflexões e um convite, ou melhor, dois:

Primeiro: Olhe mais para as estrelas, faz um bem danado, elas te ajudam a conectar com tua essência (foi de lá que viemos);

Segundo: Ta enrolado? Procure a Dani Rossi. Ela pode te ajudar a desenrolar.

Novamente saímos todos com a sensação plena de termos ganhado tempo na palestra. O tempo que se ganha quando o perdemos fazendo algo que vale a pena.

Uma estrelada semana a todos.

Ana Lucia

Administradora. Pós graduanda em Gestão do Conhecimento


Comentários»

No comments yet — be the first.

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

Daniela Rossi

astrologia e terapias transpessoais

%d blogueiros gostam disto: